The War For Power

Até então

Até Então…

O Grupo foi reunido sobre o apadrinhamento secreto de lorde Beric, que é tido com um bom homem e que os chars crêem está lutando contra a tirania do governante Lextorius.

Em sua primeira missão o grupo ruma para a cidade de Mirante, uma cidade conhecida por suas paisagens e por ser o santuário dos artistas. Um local que emana inspiração e favorece as mais belas criações.

Ao chegar em Mirante a visão foi diferente do esperado. O Local ainda possuía a beleza de outrora, porém a cidade parecia derrotada. Nenhuma obra prima seria criada em Mirante no presente momento.

A história contada é que um grupo grande de goblins atacou Mirante de forma inesperada. Não só os goblins entraram sem serem vistos, como atacaram uma cidade longe de qualquer fronteira e cujo maior valor eram quadros e esculturas. O que criaturas não civilizadas iriam querer em uma cidade dessa?

Ao chegar o grupo descobre que Mirante gastou tudo o que tinha na tentativa de se defender, mas a construção da cidade não favorecia proteção correta e no fim o dinheiro acabou, mas os inimigos não. O clima de derrota é palpável. Poucos cidadãos não abandonaram a cidade. Depois do seqüestro do prefeito os ataques parecem ter diminuído. Os Goblins visitam a cidade e noite, porém apenas para saquear o que estiver fora das casas. No dia em que chegaram os Goblins aproveitaram a existência de cavalos e roubaram um dos cavalos.

A manhã chegou e logo os aventureiros descobrem que falta um cavalo. Usando os rastros claros e as informações dadas pelos aldeões estes chegam à toca dos vilões.

A falta de convivência do grupo cobrou seu preço. Na primeira vez em que batalharam juntos, a falta de sincronia foi gritante. Muitos erros ocorreram e o grupo de aventureiro se viu em uma situação de perigo desnecessário, mais de uma vez. No entanto os desafios impostos foram superados. O Goblin restante vendo sua situação de morte iminente tenta fugir, na tentativa de salvar sua vida. Sua fuga mostra aos aventureiros uma porta, o último mistério a ser desvendado…

A morte do último Goblin trouxe tranqüilidade que logo foi substituída por tensão ao ponderar o que devia ter atrás daquela porta. O guerreiro decide assumir os riscos de enfrentar a situação e abre a porta enquanto os demais se mantêm escondidos. Ao abrir a porta o guerreiro percebe que a porta ao ser aberta serve como porta para uma pequena ante-sala o que o deixa protegido do que estaria por vir. A insegurança e a indecisão dos demais resultam em inação e a oportunidade de ver e fechar o monstro que lá residia se esvai.

Das profundezas da caverna o grupo vê sair um ser decadente com olhos apenas para o pônei do Anão. Na tentativa de pegar o monstro desprevenido o gnomo tenta aproveitar a vantagem de não ser percebido para destruir o que ele acreditava ser um coelho gigante das trevas, mas que na verdade era um Ghoul, um morto vivo. Com a atenção focada no Gnomo a batalha começa. O guerreiro vendo o risco corrido pelo gnomo e a oportunidade se coloca como alvo do Ghoul. Antes que o Ghoul pudesse agir o gnomo corre para enfrentá-lo corpo a corpo enquanto o Ladino com receio por sua própria segurança se mantêm à distância. Porém os ataques de ambos falham e o Ghoul reage.

Com suas garras o Ghoul tenta um ataque no guerreiro que bloqueia com seu escudo, mas sua mordida foi mais efetiva e o barrdo cai infectado pela pestilência transmitida pelo Ghoul. Com a queda do Bardo o sentimento de perigo toma o coração dos personagens. O guerreiro usa todos os seus recursos para tentar acabar rapidamente com o Ghoul atacando com espada e escudo clamando pela ajuda do Ladino, que continua evitando uma aproximação para desespero do guerreiro. A batalha se prolonga e no momento em que o Bardo recobra sua consciência vê o guerreiro tendo sua defesa trespassada e a imundice das garras do morto vivo o deixa paralisado. Diante dessa cena o Ladino talvez por um ato de coragem, talvez por um ato de desespero aproxima-se do Ghoul e se utiliza de seus subterfúgios para um ataque preciso corta a garganta do morto vivo.

O fim da sensação de perigo faz com que um tom mais descontraído tome lugar, com questionamento das atitudes e hombridade do Ladino. O guerreiro ao vasculhar a “sala” que garantia a segurança daqueles que abriam a porta do Ghoul encontra um diário, possivelmente de um Hobgoblin. O diário dizia:

Conforme ordens do mestre nos instalamos nessa caverna. Não perdemos nenhum parente na viagem e não fomos vistos. Como o mestre disse. Cidade de fracos. Em pouco tempo acharemos a musa. Malditos humanos…Mataram meus primos,tios. Se não fossem as ordens do mestre mataria a todos. Ainda nenhum sinal da musa. Nossos números baixaram muito, porém os deles também. Não tem mais jeito. Não acredito que tive que pedir ajuda aos gêmeos. Criaturas assustadoras. Meus sobrinhos os temem. Quanto mais rápido eles acharem a musa melhor. Os Gêmeos trouxeram um tal de prefeito…Eles disseram que ele saberá onde está a musa. Por ordens do mestre o prefeito foi transformado nesse ser que agora temos que tomar conta. Quando chegar a hora fugiremos e soltaremos essa criatura para eliminar vestígios. Mas estou feliz que os gêmeos se foram e o carniceiro não apareceu. Não vejo a hora de buscar minha recompensa…

Já no local onde o Hobgoblin estava, eles encontraram algumas poções de cura e algumas folhas em branco. Dentre essas folhas o Bardo reconheceu um relevo talvez algo tivesse sido escrito em outra folha e marcado a folha que ficara para trás. Ele foi capaz de replicar o que havia sido escrita, mas não de compreender o idioma.

Ao sair da caverna o grupo tinha algo em mente. Quem eram os gêmeos e o carniceiro? O que era a musa? Devia ser algo valioso, pois alguém sacrificou uma cidade por ela. O que será que o prefeito sabia? Quem era o mestre?

Ao retornarem vitoriosos, a esperança começou a encher o coração daqueles presentes na taverna. No outro dia todos saberiam do ocorrido. Porém comemorações tiveram que ser adiadas e mesmo com o andar das horas uma conversa com o magistrado foi solicitado. Este agradeceu ao grupo pelo trabalho e repreendeu o Guerreiro por sua atitude rude. De acordo com o Magistrado existia uma lenda de que a inspiração que a cidade causava não era somente resultado da bela vista, porém que ele não sabia nada. A informação que tinham era que a família do prefeito era a líder política da cidade desde sua criação e com a permissão do Magistrado o grupo foi investigar a casa do prefeito.

Chegando lá não foi difícil encontrar um porão secreto já que não houve preocupação em escondê-lo. Nesse porão só restava um pedestal. O que quer que estivesse lá já havia sido retirado. Não existia nada mágico no aposento, o bardo se certificou disso. Nenhuma pista foi encontrada, porém pelo menos o Bardo encontrou um mapa detalhado do país na casa do prefeito. A única pista que tinham era aquele texto em idioma estranho. Ao conversar com o taverneiro este indicou um conhecido lingüista que residia na Cidade de Serveng. E para lá o grupo decidiu ir, após uma merecida noite de descanso.

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The Adventure Log will allow you to chronologically order the happenings of your campaign. It serves as the record of what has passed. After each gaming session, come to the Adventure Log and write up what happened. In time, it will grow into a great story!

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One final tip: Before you jump in and try to write up the entire history for your campaign, take a deep breath. Rather than spending days writing and getting exhausted, I would suggest writing a quick “Story So Far” with only a summary. Then, get back to gaming! Grow your Adventure Log over time, rather than all at once.

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